Ctrl C + Ctrl V = BobagentoIngresso Inteira: 80,00 reais
Meio Ingresso: 40,00 reais (somente para Estudiante’s)…
Saber que o Best Soccer, ficou em silêncio, não tem preço!
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Boa sorte!

Fazer milagres no photoshop é para poucos!
Donald é o típico faz-tudo. De vez em quando, ao lado do primo Peninha, atua como repórter no jornal A Patada. Noutras ocasiões, figura como ajudante nas aventuras de caça ao tesouro empreendidas por Tio Patinhas. Não raro, assume mais atividades, atacando até mesmo de super-herói, por meio de seu alter ego, o Superpato. Pode-se dizer que Donald é versátil. No entanto, também é legítimo afirmar que seja um sujeito sem foco. Até mesmo na vida pessoal, parece um sujeito sem rumo. Desperdiça energia na infindável contenda com o vizinho Silva. Ao mesmo tempo, é incapaz de estabelecer uma relação sólida com a bela Margarida, frequentemente seduzida pelo sortudo e frívolo Gastão. Na verdade, o irritado Donald é um pato antropomorfizado. Mistura características da simpática ave e dos seres humanos. Afinal, um pato faz de tudo. Nada, anda e voa. Mas realiza tudo isso sem muita qualidade. Dependendo da espécie, pode nadar pior do que uma tartaruga, andar desajeitado como um gato perneta e voar tão estabanadamente quanto uma galinha. Mas o que o ilustre habitante de Patópolis tem a ver com o universo das organizações e de seus gestores e colaboradores? Simplesmente, tudo! Em minhas andanças pelo Brasil e pelo mundo, topo frequentemente com pessoas versáteis que reclamam do destino. Fazem muito de tudo, mas seus negócios não prosperam. Outras reclamam que suas carreiras estão empacadas. Falta-lhes já entusiasmo, ao passo que sobra frustração... Ora, depois de analisar essas histórias, muitas vezes descubro que esses indivíduos, alguns competentes e até talentosos, carecem de foco. José não sabe se investe na fábrica de escovas de dentes, na criação de gado ou na carreira de ator. Maria não se decide entre a Fisioterapia, cujo curso concluiu há dois anos, a fabricação de doces caseiros e o emprego de vendedora na joalheria do shopping da região. Curiosamente, a sociedade tende a valorizar esse tipo de multifuncionalidade. Essas pessoas são identificadas com trabalhadeiras e esforçadas. Certamente que são, como milhões e milhões de brasileiros, praticantes da boa versão do jeitinho. Muitas dessas experiências, no entanto, exibem ausência de foco. Maria poderia se tornar uma ótima fisioterapeuta, uma próspera empresária do setor alimentício ou uma gerente bem remunerada na joalheria. Infelizmente, não sabe o que quer e tem medo de decidir... Primeiramente, a má notícia: Maria está acometida da Síndrome de Donald... (Você, caro leitor, não estará padecendo da mesma enfermidade?) Agora, a boa nova: existe cura. E a terapia se divide basicamente em cinco atitudes. 1. “Conhece-te a ti mesmo”, como sugeria o filósofo grego Sócrates. Descubra seus talentos e identifique seus sonhos. 2. Depois, ofereça a si mesmo a indagação: o que desejo para mim e para o meu negócio? 3. Analise o mercado e a conjuntura econômica e determine a viabilidade de seus planos. 4. Procure descobrir seu diferencial em relação aos demais. Afinal, o que você faz muito bem? O que você faz bem que os outros não fazem? 5. Defina um plano de voo. Estabeleça uma estratégia para trilhar o caminho entre o que você é e aquilo que pretende se tornar. A receita é simples, mas exige dedicação. Avalie seu conhecimento da atividade escolhida, meça sua energia e verifique seus meios antes de fixar metas. Alcançar o sucesso dependerá de um bom inventário de suas competências e recursos. Possivelmente, você encontrará falhas em sua formação. Verá que ainda não sabe tudo que deveria saber. Sinal de que precisa investir em reciclagem, treinamento e incremento de qualidade. Essa regra vale tanto para quem pretende massagear melhor que a concorrência quanto para alguém que pretende lançar escovas de dentes inovadoras. Poucos atributos no mundo dos negócios são tão importantes quanto o foco. Um empreendedor como o nosso José, que busca sucesso em três frentes simultâneas, tem tanta chance de triunfar quanto um astrônomo que, a bordo de um carro de montanha russa, tentar mirar seu telescópio em Saturno e decifrar os segredos de seus anéis. Ter foco equivale a negar o Donald que temos dentro de nós. Ter foco equivale a abraçar um grande projeto de cada vez, dispensando a ele toda a energia necessária. A partir de amanhã, coloque em prática esta lição. Guarde seu pato Ctrl C + Ctrl V = HSM
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Cruzeiro na final da Copa Libertadores, Galo líder isolado do Campeonato Brasileiro e torcida feliz. Até aí, tudo certo. Agora, inusitado mesmo é a maneira que um dono de bordel em Sete Lagoas bolou para aproveitar a alegria do torcedor: exibe jogos ao vivo no telão da boate e "sorteia mulheres" a cada gol marcado pelo time da casa.
Divulgada em flyers pela Internet, a promoção é um sucesso de público. No recente jogo do Atlético contra o Barueri, o bordel lotou. Na última quinta-feira, quando a Raposa despachou os gaúchos da Libertadores, a cena se repetiu, com freguês para todo lado e torcida animadíssima por gols. Quando, na tela, Wellington Paulista abriu o placar e, logo a seguir, ampliou, o salão, claro, veio abaixo, numa animação pouco comum para um ambiente tradicionalmente marcado pela discrição.
Natural também que a festa maior aconteça depois do apito final, na hora do aguardado sorteio. Que o diga um incrédulo industriário ao saber que foi contemplado quinta-feira. "Até que enfim ganhei alguma coisa. Isso só acontece uma vez na vida, outra na morte", berrou E. S., um dos dois ganhadores da noite e que já tinha a tira-colo a loura Nicole Joy, 19. "Você ganhou, amor", emendou a saidinha garota, sabendo que o premiado poderia escolher qualquer garota da casa.
O detalhe foi que a cantada de Nicole funcionou e o casal tratou logo de ir para uma das suítes na parte de trás do estabelecimento, com ele repetindo "não acredito que ganhei!".
E.S. é um bom exemplo de que a iniciativa do empresário, além de lucrativa, faz
até fanático mudar de time. Torcedor atleticano, o sortudo deixou de lado a paixão e era dos mais animados durante o jogo.
Segundo o empresário, conhecido na cidade como Tilé, a promoção deu tão certo que, nos próximos jogos, será "aperfeiçoada". Ele informa que, daqui para frente, o time da casa deve ganhar a partida para valer o sorteio - na última quinta-feira, houve prêmios mesmo com o placar de
De olho no lucro, o empresário garante que vai manter a promoção no jogo desta quarta-feira, do Cruzeiro contra o Estudiantes, pela final da Libertadores. Mas reconhece que a despeito de todo esse apelo futebolístico, para ele e boa parte de sua freguesia, realmente não importa muito quem está em campo. O negócio é bola na rede. Quanto mais, melhor.
Público deixa de lado a discrição
Normalmente discreto dentro de um bordel, o público da boate sete-lagoana que sorteia programas com mulheres em dias de jogos é dos mais agitados. Na última quinta-feira, vários homens estavam com a camisa do Cruzeiro e festejavam sem se preocupar em chamar atenção.
Apesar do público majoritariamente masculino, no meio da plateia destacou-se um casal de lésbicas, com camisas celestes e abraçadas todo o tempo. Perguntadas se faziam programa, elas revelaram que foram ao lugar para torcer, e que esperavam ganhar o prêmio. “Queremos uma mulher para transar com a gente”, falaram em coro, com a libido maior do que a de muito marmanjo ali.
Trabalho. Nesse caso, explica Tilé, há tolerância da casa, mas a garota de programa deve concordar com a abordagem homossexual. O empresário, diz, contudo, que esse não é seu público preferencial. “Mulher dá muito mais trabalho, fica pegando nos peitos das meninas e algumas garotas não gostam disso”, diz. (MF)
Elenco de boate é constantemente renovado, diz Tilé
O elenco de Tilé em seu bordel sete-lagoano é formado por cerca de 30 garotas e, assim como no futebol, passa constantemente por renovação e substituições. Semana passada, um grupo de cinco garotas chegou de Curitiba para reforçar o grupo. Entre elas, as louras Nicole Joy e Joyce, torcedoras do Atlético Paranaense, mas que eram das mais empolgadas a cada gol cruzeirense na última quinta-feira. Aqui o faturamento fala mais alto do que a paixão pelo futebol.
Joyce, 20, que se fantasia de Mulher-gato para fazer seu strip-tease, diz que a vida é uma festa e o jogo é mera desculpa para festejar. Porém, algumas doses de tequila por conta do freguês ajudam, confessa.
Já Nicole, 19, conta que tem um filho de 4 anos em Curitiba e que se prostitui para sustentá-lo. Para a avó, que fica com a criança quando ela viaja, Nicole mente e diz que participa de um grupo de dança em eventos pelo país. Assim, junta algum dinheiro e volta para casa.
Por onde vai, a jovem leva seu próprio material de divulgação. “Aquela bunda ali é minha”, diz a loura, apontando para um banner na parede com foto de uma mulher de costas, trajando apenas botas e chapéu. A personagem da vaqueira, diz Nicole, faz muito sucesso no interior. Em especial em Barretos (SP), para onde ela e as amigas partem no dia 19 de julho. (MF)
Shows de strip-tease e programa a partir de R$ 100
Localizada em um bairro industrial de Sete Lagoas, o estabelecimento de Tilé é um bordel típico. Funciona de segunda a sábado, a partir das 21h30, mas não possui placas que o identifiquem. Fica numa rua deserta onde só vai quem sabe o que está procurando. Para entrar, basta piscar o farol e alguém abre o portão de acesso ao estacionamento.
Escada ao lado da piscina e o freguês se depara com pelo menos 30 mulheres sumariamente vestidas, espalhadas por uma dúzia de mesas no salão. Belas, jovens e perfumadas, as moças só não são mais solícitas que os garçons, céleres no serviço e na acomodação da clientela.
Balcão de um lado e, ao centro, um poste e minúsculo palco circular são o centro da atenção dos shows de strip-tease. Em dias de jogos, as moças só começam a tirar a roupa depois da partida. São vários shows por noite e se sucedem personagens como a Mulher-gato, entre outras fantasias. Nudez total, até a última peça.
Numa extremidade do salão fica o telão. Na outra, o acesso aos banheiros, a um lounge reservado e a meia dúzia de suítes. Feita a escolha por uma das beldades, o freguês entrega ao garçom a comanda – cujo número de série serve também para definir o ganhador da promoção – para registro em um dos quartos.
O programa custa a partir de R$ 100, dependendo da garota, com duração de uma hora. O quarto sai por conta do freguês e custa R$ 30. O cliente também paga pelas bebidas, muitas, que as meninas sempre pedem assim que chamadas à mesa de alguém para as tratativas e preliminares.
Os preços do cardápio são salgados. Uma lata de cerveja sai por R$
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Sete Lagoas melhorou muito depois que eu saí de lá...Ah se isso fosse há uns 12 anos atrás. O foda é que quando morava lá eu estudava com os filhos das putas todos, era foda de visitar as tias.
Outra coisa que me impressiona é o valor agregado. Pelo visto a cesta básica em MG, é bem mais cara do que a de Fortaleza! [ironia mode on]
Ontem assisti A Era do Gelo 3. Muito bem feito, aos que gostam de animação (que hoje em dia é quase todo mundo) recomendo.
Os interrogatórios foram realizados após sua captura em dezembro de 2003.
1. "Saddam afirmou que o Iraque não tinha armas de destruição em massa e que a ameaça do Irã foi a maior razão pela qual não permitiu a volta dos inspetores da ONU. Saddam disse que se preocupava mais que o Irã descobrisse as debilidades e vulnerabilidades do Iraque, do que as repercussões nos EUA por impedir a volta dos inspetores da ONU, pois estes poderiam ter informado ao Irã onde produzir um maior dano ao Iraque." (resumo da transcrição da conversa do agente do FBI George L. Pio datada de 11 de junho de 2004).
2. "Saddam nega categoricamente qualquer relação entre seu governo e os atentados terroristas em NY e Washington em 2001. Perguntado (pelo agente Pio) porque não confiava na Al Qaeda, Saddam diz que os EUA não eram ‘O inimigo’ do Iraque. Saddam qualifica os aiatolás de fanáticos. Tanto os temia que se mostrou disposto a negociar com os EUA um acordo de segurança para lograr proteção das diversas ameaças na zona."
3. "Saddam disse que os EUA utilizaram os ataques de 11/09 como desculpa para atacar o Iraque. Os EUA, disse, haviam perdido a perspectiva das causas do 11/09 (escreve o agente Pio numa conversação de 28/06/2004). Saddam nega haver aplaudido os ataques e lamenta que a única opção que lhe foi dada fosse abandonar o Iraque, o que não era viável

Foi inaugurado o Sea Life do Porto - Portugal, um grande oceanário onde é possível observar peixes vindos de várias partes do Mundo, mas também uma mostra de peixes do rio que banha a Cidade Invicta, o Douro.
Este novo espaço está situado perto do Castelo do Queijo e promete vir a atrair um considerável número de visitantes, a começar pelas escolas da região Norte, que podem assim com mais facilidade levar as suas crianças a visitar um espaço desta natureza, mostrando in-loco alguns animais que estas nunca julgaram ter um dia possibilidade de observar. E tudo na segurança de um espaço construído à medida, onde podem a cada momento saber quais são os animais que observam, a sua origem e os seus hábitos - elementos fornecidos por especialistas em peixes.
Para acolher as espécies em exposição são necessários 31 aquários e cerca de 500 mil litros de água.Com paisagem de água doce do Parque Nacional do Douro até ao tanque/oceano de 6,70 metros de altura, onde estão os tubarões.Saliente-se ainda a existência do cenário de um barco naufragado, no fundo da zona dedicada às espécies tropicais, o que confere ainda mais realismo a este magnifico espaço!
Apresenta cerca de 100 espécies marinhas diferentes:do cavalo-marinho ao tubarão, serão aproximadamente 5800 as criaturas marinhas que os visitantes poderão conhecer no Sea Life( o mais recente projecto da Merlin Entertainments, que detém, entre outras marcas, o Madame Tussauds, Legoland ou o London Eye).
Estará aberto todos os dias (exceto no dia de Natal), entre as 10:00 e as 18:00.
Para os adultos, o bilhete de entrada no Sea Life custa 10,95 euros. As crianças, entre os cinco e os 12 anos, pagam 8,20 euros, o mesmo que os seniores, a partir dos 55 anos.
Mais informações :Sea life - Porto
Exemplos de que nem sempre falar a verdade é o melhor para o casamento....
Minha esposa sentou-se no sofá junto a mim enquanto eu passava pelos canais.
Ela perguntou, "O que tem na TV? "
Eu disse, "Poeira. "
E a briga começou...
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Quando cheguei em casa ontem a noite, minha esposa exigiu que a levasse a
algum lugar caro.
Então eu a levei ao posto de gasolina.
E então a briga começou...
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Minha esposa e eu estavamos sentados numa mesa na minha reunião de colegial,
e eu fiquei olhando para uma moça bêbada que balançava seu drinque enquanto
estava sozinha numa mesa próxima.
Minha esposa perguntou, "Você a conhece ?"
"Sim," disse eu, "Ela é minha antiga namorada...Eu sei que ela começou a
beber logo depois que nos separamos há tantos anos, e pelo que sei ela nunca
mais ficou sóbria."
"Meu Deus!", disse minha esposa, "quem pensaria que uma pessoa poderia ficar
celebrando por tanto tempo?"
E então a briga começou...
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Depois de aposentar-me, fui até o INSS para poder receber meu benefício. A
mulher que me atendeu solicitou minha identidade para verificar minha idade.
Chequei meus bolsos e percebi que a tinha deixado em casa. Disse a mulher
que lamentava, mas teria que ir até minha casa e voltar depois.
A mulher disse, "Desabotoe sua camisa."
Então, desabotoei minha camisa deixando exposto meus cabelos crespos
prateados. Ela disse, "Este cabelo prateado no seu peito é prova suficiente
para mim," e processou meu benefício.
Quando cheguei em casa, contei entusiasmado o que ocorrera para minha
esposa. Ela disse, "Por que você não abaixou as calças? Você poderia ter
conseguido auxilio-invalidez também... "
E então a briga começou...
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A mulher esta nua, olhando no espelho do quarto de dormir. Ela não está
feliz com o que vê e diz para o marido, "Sinto-me horrível; pareço velha,
gorda e feia. Eu realmente preciso de um elogio seu. "
O marido retruca, "Sua visão está perto da perfeição. "
E então a briga começou...
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O Boleto Eletrônico vem aí
A partir de outubro, cobranças em papel serão digitalizadas e poderão ser consultadas e pagas pela internet, em caixas automáticos e até via celular.
Os bancos brasileiros processaram, no ano passado, cerca de 2,4 bilhões de boletos de cobrança. Foram compras em lojas de varejo, pagamentos de mensalidades escolares, cobranças de planos de saúde, condomínios e cartões de crédito, entre outras transações - um mar de papel que, na maioria das vezes, tem como destino os arquivos mortos ou o lixo. O boleto de cobrança é um resquício de uma era bancária que está ficando cada vez mais distante com a onda de modernização que está varrendo as instituições financeiras nas últimas décadas. Mas a hora das cobranças em papel parece ter chegado ao fim. A partir de 19 de outubro, os bancos brasileiros terão um sistema integrado capaz de exibir as informações dos boletos na internet, no caixa eletrônico ou no celular - ou seja, não será mais necessário imprimir e enviar papéis pelo correio. A expectativa é que pelo menos 700 milhões de boletos impressos deixem de circular nos primeiros 12 meses. Como nota Iezio Sousa, da Federação Brasileira de Bancos (Febraban): "O papel não vai acabar de vez, mas o cliente terá chance de escolher".
Em outubro, um correntista do Bradesco, por exemplo, poderá ver na internet as cobranças emitidas pelo Itaú ou por qualquer uma das 60 instituições que integram o projeto. A adesão ao sistema é voluntária, mas os bancos que já entraram para o sistema representam 99% das cobranças. O modelo vai funcionar com a adesão do correntista. O cliente informará a um ou mais bancos a preferência pelos e-boletos e poderá visualizá-los nos meios eletrônicos disponíveis. Apesar do ambiente online, o boleto eletrônico será tratado exatamente como as cobranças em papel. O correntista poderá visualizar a cobrança, agendar o pagamento ou até mesmo recusar o boleto - e estará sujeito às mesmas consequências, como o protesto do que não for pago. O cliente do banco também poderá optar por redirecionar o boleto eletrônico para terceiros, indicando outro CPF ou CNPJ, e ainda consultar as cobranças de outras pessoas. "Isso poderá acontecer, por exemplo, quando os pais quiserem verificar as cobranças escolares emitidas em nome dos filhos", diz Joaquim Kavakama, superintendente da Câmara Interbancária de Pagamentos (CIP). Somente serão exibidos os boletos com autorização prévia. "A exibição só acontecerá depois que o cliente informar ao banco quem poderá vê-los." Por trás do boleto eletrônico, funciona um sistema central, operado na CIP e que relaciona os boletos aos correntistas.
O projeto, batizado de Débito Direto Autorizado, ou DDA, promete ser a grande novidade tecnológica dos bancos em 2009. Um de seus principais objetivos é o combate às fraudes. Atualmente, várias quadrilhas interceptam as correspondências, adulteram o código de barras e criam um boleto idêntico ao original, mas com a conta de destino diferente. Quem paga nem nota e acaba repassando dinheiro aos criminosos. Empresas com boletos fraudados chegam a perder 500 000 reais por mês, segundo dados extraoficiais. Outros impactos do projeto estão na redução dos gastos com papel e impressão. Segundo Caio Canton, superintendente executivo do Citibank, o custo de impressão e postagem de um boleto para os bancos fica entre 20 e 25 centavos - mais de 500 milhões de reais, conforme dados de 2008. "Esses custos tendem a zero com o boleto eletrônico", diz. Para a Unilever, cliente do Citi e emissora de cerca de 150 000 cobranças mensais para clientes corporativos, é uma oportunidade e tanto, já que o corte nos custos de impressão poderá render uma renegociação do contrato com o banco. A empresa de logística e fretes DHL emite cerca de 9 000 faturas todos os meses, e também vê o corte de custos de entrega como um dos pontos positivos do projeto, já que chega a pagar até 60 centavos por boleto que vai para as regiões mais distantes. "A agilidade na entrega e a certeza do recebimento é outra vantagem", diz o diretor financeiro Marcos Steffen. Os bancos acreditam que o e-boleto também melhorará o serviço prestado nas agências. Apesar do crescimento da internet, as transações nos caixas comuns cresceram 12,5% nos últimos oito anos, de 4 milhões em 2000 para 4,5 milhões em 2008. "À medida que os boletos eletrônicos se popularizam, os bancos podem usar sua rede para operações mais complexas", diz Rodrigo Caramez, do HSBC, que opera 924 agências no Brasil.
A implantação dos e-boletos vai acontecer em fases. Em outubro estará disponível online apenas parte das cobranças, como mensalidades escolares, financiamentos, planos de saúde e aquisições em lojas de varejo. Em abril de 2010, integrarão o projeto cobranças com extrato, como cartão de crédito, contas de consumo, condomínios e consórcios. Depois, será a vez dos impostos. Só poderão participar do projeto, entretanto, as cobranças registradas, em que a empresa contrata um banco para operar o envio das faturas e o controle dos pagamentos. Empresas que fazem o procedimento dentro de casa, como as gigantes do varejo Lojas Renner e Casas Bahia, ficarão de fora se não contratarem o banco para fazer a emissão eletrônica. "A conveniência do boleto digital deve atrair os clientes e com isso motivar as empresas a registrar suas cobranças", afirma Sousa, da Febraban.
Os bancos não revelam os investimentos, mas os números da CIP dão a dimensão do projeto. Foram 20 milhões de reais na contratação da Tivit, empresa de serviços tecnológicos do grupo Votorantim, para a montagem do sistema. Outros 77 milhões de reais serão pagos nos próximos oito anos, a título de operação. Além dos aportes da CIP, cada um dos bancos terá de fazer seus próprios investimentos. Estima-se que, por ano, a oportunidade para empresas de serviços de TI será de 50 milhões a 100 milhões de reais. "A demanda ficará aquecida para projetos de consultoria e manutenção dos sistemas", diz Benjamin Quadros, presidente da brasileira BRQ IT Services, que presta serviços para o HSBC e tem hoje 60% de seu faturamento - de 180 milhões de reais em 2008 - como fruto de contratos do mercado financeiro.
No ano passado, os bancos investiram 16 bilhões de reais em tecnologia e não devem poupar esforços para disseminar o e-boleto. "A próxima fronteira da competição estará nos serviços adicionais em torno do boleto eletrônico", diz Ademir Cossiello, diretor executivo do Bradesco, responsável por 50% das emissões de cobranças no país. Uma das iniciativas do Itaú Unibanco é o envio de mensagem de texto ao celular do correntista para avisar sobre a chegada de novas cobranças. O Banco do Brasil investiu na preparação prévia dos clientes para o boleto eletrônico. Desde a segunda quinzena de maio, os correntistas podem visualizar as cobranças emitidas pelo BB, o que será ampliado para as cobranças emitidas por outros bancos com a integração prevista pelo DDA, daqui a quatro meses.
O projeto, porém, tem algumas limitações. Passada a data do vencimento, os boletos eletrônicos deverão ser impressos e pagos no banco emissor. Também poderá ocorrer um "spam de boletos": cobranças indesejadas que hoje chegam pelo correio podem tornar-se um bombardeio eletrônico. Iezio Sousa, da Febraban, diz que o usuário poderá simplesmente recusá-las, assim como faz com as cobranças em papel. Está em estudo uma opção para ignorar para sempre os boletos de determinadas empresas, mas esses são apenas projetos. Mesmo com os pequenos ajustes, a expectativa é que o e-boleto decole rapidamente. Da mesma forma como os cheques saíram pouco a pouco de cena, é possível que o boleto em papel seja, em poucos anos, apenas uma lembrança.
Ctrl C + Ctrl V = Exame
PS.: Amanhã tem coffe break com o Banco do Brasil para apresentar esse produto. Acho que todos os bancos fizeram. Caso ainda tenha alguma novidade amanhã, postarei novamente.
Aposto que não tem enchimento para a barriga nesta fantasia. E o que me fez acreditar que era realmente o Ronaldo, foi a desenvoltura com o rabo.

Eis o Hiper-Mega Master Estádio na minha cidade, de quando eu era Mineiro
Quer ver o celebrado ex-presidente da GE Jack Welch em ação?

Passeando no site da Você S/A, vejam o que descobri:
Primeira noite dos recém-casados. Na cama, a moça diz ao rapaz: - Sabe, amor... Eu não disse a você, mas eu não sei fazer nada de nada! Então responde o garboso rapaz, todo cheio de si: - Não se preocupe, minha linda! Você tira a roupa, deita-se sobre a cama, e deixa o restante comigo. E, ela muito meigamente, responde: - Não, amor! Trepar, eu trepo bem pra caralho... e desde os 12 anos. O que não sei são essas merdas de... lavar, passar, cozinhar, arrumar a casa... Dica do Alonso! (taí o que tu queria....15 minutos de fama)
Aí um dia você toma um avião para Paris, a lazer ou a trabalho, em um vôo da Air France, em que a comida e a bebida têm a obrigação de oferecer a melhor experiência gastronômica de bordo do mundo, e o avião mergulha para a morte no meio do Oceano Atlântico. Sem que você perceba, ou possa fazer qualquer coisa a respeito, sua vida acabou. Numa bola de fogo ou nos 4 000 metros de água congelante abaixo de você naquele mar sem fim. Você que tinha acabado de conseguir dormir na poltrona ou de colocar os fones de ouvido para assistir ao primeiro filme da noite ou de saborear uma segunda taça de vinho tinto com o cobertorzinho do avião sobre os joelhos. Talvez você tenha tido tempo de ter a consciência do fim, de que tudo terminava ali. Talvez você nem tenha tido a chance de se dar conta disso. Fim. Tudo que ia pela sua cabeça desaparece do mundo sem deixar vestígios. Como se jamais tivesse existido. Seus planos de trocar de emprego ou de expandir os negócios. Seu amor imenso pelos filhos e sua tremenda incapacidade de expressar esse amor. Seu medo da velhice, suas preocupações em relação à aposentadoria. Sua insegurança em relação ao seu real talento, às chances de sobrevivência de suas competências nesse mundo que troca de regras a cada seis meses. Seu receio de que sua mulher, de cuja afeição você depende mais do que imagina, um dia lhe deixe. Ou pior: que permaneça com você infeliz, tendo deixado de amá-lo. Seus sonhos de trocar de casa, sua torcida para que seu time faça uma boa temporada, o tesão que você sente pela ascensorista com ar triste. Suas noites de insônia, essa sinusite que você está desenvolvendo, suas saudades do cigarro. Os planos de voltar à academia, a grande contabilidade (nem sempre com saldo positivo) dos amores e dos ódios que você angariou e destilou pela vida, as dezenas de pequenos problemas cotidianos que você tinha anotado na agenda para resolver assim que tivesse tempo. Bastou um segundo para que tudo isso fosse desligado. Para que todo esse universo pessoal que tantas vezes lhe pesou toneladas tenha se apagado. Como uma lâmpada que acaba e não volta a acender mais. Fim. Então, aproveite bem o seu dia. Extraia dele todos os bons sentimentos possíveis. Não deixe nada para depois. Diga o que tem para dizer. Demonstre. Seja você mesmo. Não guarde lixo dentro de casa. Não cultive amarguras e sofrimentos. Prefira o sorriso. Dê risada de tudo, de si mesmo. Não adie alegrias nem contentamentos nem sabores bons. Seja feliz. Hoje. Amanhã é uma ilusão. Ontem é uma lembrança. No fundo, só existe o hoje.
Estou no nosso bar mais uma vez
E escrevo pra dizer
Que é a mesma taça e a mesma luz
Brilhando no champanhe em vários tons azuis
No espelho em frente eu sou mais um freguês
Um homem que já foi feliz, talvez
E vejo que em seu rosto correm lágrimas de dor
Saudades, certamente, de algum grande amor
Mas ao vê-lo assim tão triste e só
Sou eu que estou chorando
Lágrimas iguais
E, a vida é assim, o tempo passa
E fica relembrando
Canções do amor demais
Sim, será mais um, mais um qualquer
Que vem de vez em quando
E olha para trás
É, existe sempre uma mulher
Pra se ficar pensando
Nem sei... nem lembro mais
Os japoneses sempre adoraram peixe fresco. Porém, as águas perto do Japão não produzem muitos peixes há décadas. Assim, para alimentar a sua população os japoneses aumentaram o tamanho dos navios pesqueiros e começaram a pescar mais longe do que nunca. Quanto mais longe os pescadores iam, mais tempo levava para o peixe chegar. Se a viagem de volta levasse mais do que alguns dias, o peixe já não era mais fresco. E os consumidores japoneses, que eram o público alvo, não gostaram do gosto destes peixes. Para resolver este problema, as empresas de pesca instalaram congeladores em seus barcos. Eles pescavam e congelavam os peixes em alto-mar. Os congeladores permitiram que os pesqueiros fossem mais longe e ficassem em alto mar por muito mais tempo. O público alvo, porém, conseguia notar a diferença entre peixe fresco e peixe congelado e, é claro, não gostou do peixe congelado. Então, as empresas de pesca instalaram tanques de peixe nos navios pesqueiros. Eles podiam pescar e enfiar esses peixes nos tanques, como “sardinhas”. Depois de certo tempo, pela falta de espaço, os peixes paravam de se debater e não se moviam mais. Eles chegavam vivos, porém cansados e abatidos. Infelizmente, os japoneses ainda podiam notar a diferença do gosto. Por não se mexerem por dias, os peixes perdiam o gosto de frescor. Os consumidores japoneses preferiam o gosto de peixe fresco e não o gosto de peixe apático. Como os japoneses resolveram este problema? Como eles conseguiram trazer ao Japão peixes com gosto de puro frescor? Se você estivesse dando consultoria para a empresa de pesca, o que você recomendaria? Para conservar o gosto de peixe fresco, as empresas de pesca japonesas ainda colocam os peixes dentro de tanques, nos seus barcos. Mas, eles também adicionam um tubarão de pequeno porte em cada tanque. O tubarão come alguns peixes, mas a maioria dos peixes chega “muito viva”, e fresco no desembarque. Tudo porque os peixes são desafiados, lá nos tanques. PS.: Quando as pessoas atingem seus objetivos - tais como: quando encontram uma namorada maravilhosa, quando começam com sucesso numa empresa nova, quando pagam todas as suas dívidas, ou o que quer que seja, elas podem perder as suas paixões. Elas podem começar a pensar que não precisam mais trabalhar tanto, então, relaxam. Elas passam pelos mesmos problemas de ganhadores de loteria, que gastam todo seu dinheiro. O mesmo ocorre com alguns herdeiros, que nunca crescem. Para esses problemas, inclusive no caso dos peixes dos japoneses, a solução é bem simples. L. Ron Hubbard observou, no começo dos anos 50: “O homem progride, estranhamente, somente perante a um ambiente desafiador”. Quanto mais inteligente, persistente e competitivo você é, mais você gosta de um bom problema. Se seus desafios estão de um tamanho correto e você consegue, passo a passo, conquistar esses desafios, você fica muito feliz. Você pensa em seus desafios e se sente com mais energia. Você fica excitado e com vontade de tentar novas soluções. Você se diverte. Você fica vivo! Portanto, como norma de vida, ao invés de evitar desafios, pule dentro deles. Massacre-os. Curta o jogo. Se seus desafios são muito grandes e numerosos, não desista, se reorganize! Busque mais determinação, mais conhecimento e mais ajuda. Se você alcançou seus objetivos, coloque objetivos maiores. Uma vez que suas necessidades pessoais ou familiares forem atingidas, vá ao encontro dos objetivos do seu grupo, da sociedade e, até mesmo, da humanidade. Crie seu sucesso pessoal e não se acomode nele. Você tem recursos, habilidades e destrezas para fazer a diferença. “Ponha um tubarão no seu tanque”, e veja quão longe você realmente pode chegar!!! Ctrl C + Ctrl V = Blog do Fabossi Dica do Pai
Até que trocaram um dos macacos por um novo, que não sabia nada sobre os choques. Claro, este tentou subir na escada para pegar a banana mas foi retirado pelos outros macacos e espancado antes de pegar a banana. Trocaram outro, e mais outro macaco e isso ocorreu novamente.
Finalmente, quando todos os macacos originais foram substituidos, desligaram a máquina de choques. Os macacos continuavam punindo aqueles que se arriscavam a chegar perto da escada muito embora nenhum deles tenha experimentado choque.
Sozinha? Já que não vai ganhar nada no Dia Dos Namorados, considere a possibilidade de dar.
Aqui em Washington, tenho o privilégio de conviver com vários portugueses, ou tugas, como eles dizem. E o enriquecimento lexical é notável – os portugueses têm expressões excelentes para vários aspectos da vida. Entre parênteses, aspecto não é aspecto – é aspeto, sem pronunciar o cê (e agora, com a reforma, sem escrever o cê). Já facto não perdeu o cê com a reforma, porque fato é terno. Hã? Os lusofalantes originais, aliás, estão furibundos com a tal reforma. Despediram-se a duras penas do pê em excepção e em adopção. Os portugueses não morrem de fome – eles, paradoxalmente, ficam “cheios de fome”. Para aqueles que vêm de Lisboa, é linguagem corrente não concordar o advérbio com o adjetivo – “isto aqui é muita caro”, por exemplo. Há grandes expressões, ou "bestiais", melhor dizendo. Outro dia, comentei com um amigo que achava a Katie Holmes muito bonita. - “Ela é banal de autocarro”, ele disparou. Ou, para leigos, “mulher bem comum, daquelas que a gente encontra no ônibus”. De borla é de graça, boleia é carona. Além das piadas prontas, claro. Dia desses, espiei uma colega portuguesa escrevendo um post sobre a dificuldade dos humoristas para fazer piadas com Obama. “Ninguém goza com Obama”. E entrando nesse assunto mais, digamos, gráfico, descobri que os portugueses devem ser um dos poucos povos no mundo que têm orgasmo em ênclise – “estou-me a vir” é a frase por eles usada,contou-me a minha colega. Ctrl C + Ctrl V = Histórias Globais PS.: Quem deveria escrever essas histórias é minha colaboradora do blog, mas talvez não faça para não criar intriga com os vizinhos tuga.
Na segunda parte de sua apresentação, Jeffrey Pfeffer salientou que “saber sem fazer não nos traz benefício algum” e que é preciso, ao longo do tempo, medir a lacuna que existe entre o que a empresa sabe e o que ela, de fato, faz.
A receita é simples: elabore uma lista de ações e peça que as pessoas da organização digam em que grau tais práticas estão ligadas ao desempenho. Depois, peça que digam em que grau acham que elas estão sendo realizadas. A variação entre essas duas medidas indicará a lacuna entre o saber e o agir em conformidade ao sucesso. O passo seguinte é investigar os porquês do descompasso.
Uma de suas causas comuns é o falar muito e agir pouco. Ele dá o tom: “Pare de fazer apresentações sobre o atendimento ao cliente. Vá lá e atenda o cliente. Vá até onde o trabalho é executado”.
Ele aconselha que sejam promovidas aos altos cargos somente pessoas que realmente conheçam o trabalho da empresa. Outra dica do especialista é buscar agir com a simplicidade, pois ninguém quer copiar o simples.
O descompasso também surge, quando a memória substitui o pensar, isto é, quando padrões, valores e crenças são aceitos perenemente. “Faça um brainstorming para saber o que os impede de ser líderes e derrube as vacas sagradas do passado”, orienta Pfeffer. “É preciso construir organizações em que as pessoas questionem e façam coisas novas. Clientes e processos antigos podem não fazer mais sentido.”
O medo é outro grande vetor da distância entre o saber e o fazer. As pessoas têm medo de perder o emprego, por exemplo, o que leva aos comportamentos nocivos à competitividade. Uma das maneiras de eliminar o medo é incentivar a comunicação transparente e deixar claro que as pessoas terão novas chances, se errarem. “Celebre os erros e aprenda com eles”.
Há empresas em que o líder fomenta a competição entre os funcionários. No entanto, a competição interna também amplia a lacuna entre o saber e o fazer, pois destrói a cooperação entre as pessoas, constituindo, assim, uma barreira à inovação. “Contrate pessoas que saibam trabalhar em equipe”, recomenda Pfeffer.
Meça o que importa
As métricas, quando mal utilizadas, podem prejudicar o desempenho. Deve-se evitar que elas sejam excessivas ou incompletas, como acontece quando se medem os custos, mas não os benefícios associados a eles. “A Singapore Airlines foca os benefícios aos clientes. Ela oferece mais a eles, pois sabe que vão pagar por isso. Assim, vem sendo lucrativa nos últimos 30 anos”, exemplifica o palestrante, que critica o foco exagerado no desempenho financeiro de curto prazo.
Para Pfeffer, muitos tendem a colocar ênfase exagerada nos resultados finais, mas é preciso medir os resultados intermediários. Ele faz mais um alerta: “Evite usar métricas e sistemas de remuneração que enfatizem o sucesso individual à custa do coletivo”.
Ao finalizar sua apresentação, o professor ressalta: “O que importa é o que você faz e as perguntas que faz. Se você sempre faz perguntas sobre custos, as pessoas se concentrarão em custos. Se faz perguntas sobre os clientes, as pessoas focarão os clientes. Não espere resultados diferentes fazendo sempre o mesmo”.
OBS.: Mas porque TBC? TBC para quem não sabe, é o bom e velho, "Tira a Bunda da Cadeira", muito utilizado atualmente no mundo corporativo.
Ou melhor exemplificando, "Vai lá e faz, porra!", ao invés de ficar com troca de emails, ligações, entenda o problema da outra parte e veja o que consegue fazer para melhorar os processos.

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Se a lenda diz que é comer nhoque, no dia 29 e colocar a nota de US$ 1,00, avalie o que acontence se comer no dia 31 e com uma nota de R$ 50,00.
Um palíndromo é uma palavra ou um número que se lê da mesma maneira nos dois sentidos, normalmente, da esquerda para a direita e ao contrário.
Exemplos: OVO, OSSO, RADAR. O mesmo se aplica às frases, embora a coincidência seja tanto mais difícil de conseguir quanto maior a frase; é o caso do conhecido: SOCORRAM-ME, SUBI NO ONIBUS EM MARROCOS...
Diante do interesse pelo assunto (confesse, já leu a frase ao contrário), tomei a liberdade de selecionar alguns dos melhores palíndromos da língua de Camões... Se souber de algum, acrescente e passe adiante.
ANOTARAM A DATA DA MARATONA
ASSIM A AIA IA A MISSA
A DIVA EM ARGEL ALEGRA-ME A VIDA
A DROGA DA GORDA
A MALA NADA NA LAMA
A TORRE DA DERROTA
LUZA ROCELINA, A NAMORADA DO MANUEL, LEU NA MODA DA ROMANA: ANIL É COR AZUL
O CÉU SUECO
O GALO AMA O LAGO
O LOBO AMA O BOLO
O ROMANO ACATA AMORES A DAMAS AMADAS E ROMA ATACA O NAMORO
RIR, O BREVE VERBO RIR
A CARA RAJADA DA JARARACA
SAIRAM O TIO E OITO MARIAS
ZÉ DE LIMA RUA LAURA MIL E DEZ
Os ombros suportam o mundo
Chega um tempo em que não se diz mais: meu Deus.
Tempo de absoluta depuração.
Tempo em que não se diz mais: meu amor.
Porque o amor resultou inútil.
E os olhos não choram.
E as mãos tecem apenas o rude trabalho.
E o coração está seco.
Em vão mulheres batem à porta, não abrirás.
Ficaste sozinho, a luz apagou-se,
mas na sombra teus olhos resplandecem enormes.
És todo certeza, já não sabes sofrer.
E nada esperas de teus amigos.
Pouco importa venha a velhice, que é a velhice?
Teus ombros suportam o mundo
e ele não pesa mais que a mão de uma criança.
As guerras, as fomes, as discussões dentro dos edifícios
provam apenas que a vida prossegue
e nem todos se libertaram ainda.
Alguns, achando bárbaro o espetáculo
prefeririam (os delicados) morrer.
Chegou um tempo em que não adianta morrer.
Chegou um tempo que a vida é uma ordem.
A vida apenas, sem mistificação.

Tem que estar muito fora do ar mesmo para falar que a cidade não está tão ruim quanto se imaginava.
De forma muito simplista, o propósito maior de todo ser humano é ser feliz. Influenciados pelo contexto e valores da sociedade ocidental, inevitavelmente, acabamos relacionando a idéia de felicidade ao sucesso. Há quase 10 anos atrás, li o livro “As 7 Leis Espirituais do Sucesso”, escrito por Deepak Chopra. Naquela época, pouco se falava da espiritualidade no mundo corporativo. Recentemente, assisti ao DVD sobre o livro e foi interessante perceber como aquelas idéias perderam o cunho de ser apenas uma busca pessoal, e parecem, hoje, ser tão essencial à sobrevivência neste ambiente competitivo e, na maioria das vezes, árido das organizações contemporâneas. Na realidade, são as leis da vida! Este artigo é uma reflexão sobre a relação das idéias dessa obra com a gestão das pessoas. A primeira lei trata “da potencialidade pura”, que acontece quando descobrimos a nossa essência e reconhecemos as nossas infinitas possibilidades e o poder delas decorrente. Este poder magnetiza, atrai, cria vínculos. Esta lei depende do autoconhecimento, que hoje é tão valorizado no mundo corporativo, na medida em que nele se baseia o desenvolvimento pessoal, ou seja, o desenvolvimento de outras competências. Meditação, silêncio, atitudes contemplativas são algumas das formas de trilhar esse caminho. A gestão de pessoas tem focado bastante sua atenção para estes aspectos, por meio de ações de desenvolvimento pessoal e, em especial, das lideranças, como importante fator de reconhecimento destas possibilidades. A segunda é a lei “da doação”. O universo opera através de trocas de energia. ”O fluxo da vida nada mais é do que a interação harmoniosa de todos os elementos e de todas as forças que estruturam a existência.” Tanto nos relacionamentos interpessoais, como na gestão do conhecimento, cada vez mais, a troca é valorizada, pois a única forma de perpetuar, enriquecer, encontrar soluções é compartilhar, colaborar, doar aquilo que temos de melhor. A terceira, a lei “do carma”, expressa no dito popular “você colhe aquilo que você semeia.” A melhor maneira de entender e utilizar a lei do carma é estar conscientemente alerta para as escolhas que fazemos a todo o momento. Na verdade, é assumir a autoria da própria história, e isto impacta no como as pessoas se posicionam frente às constantes adversidades que a vida, dentro e fora das corporações, nos apresenta. Pessoas que não percebem e nem assumem suas escolhas passam a vida se fazendo de vítima, como se, não tivessem escolhas! A quarta a lei “do mínimo esforço”. Precisamos aprender e agir como a natureza: ela funciona sem esforço, sem ansiedade. A natureza simplesmente acontece. Nós gastamos muita energia desnecessária porque contrariamos a nossa própria natureza, a começar quando fazemos algo de que não gostamos, ou um trabalho que não tenha significado para a realização de nossa missão pessoal. A sexta lei espiritual do sucesso é a lei “do distanciam